O Sr. Risoto e seus mistérios

O Risoto é um prato de origem Italiana, mas que os brasileiros adoram.

Relativamente simples e versátil, porém cheio de “mistérios”.

O risoto pode ser considerado elegante, ou utilizado para aproveitar as sobras da geladeira. Pode ser o personagem principal ou coadjuvante do seu jantar.

Pode ser reconfortante, leve ou saciar famintos.

Fazer risoto pode parecer difícil, mas não é. É somente um prato que merece atenção, mas não é algo demorado ou trabalhoso.

Siga esses 10 passos e certamente você fará risotos deliciosos:

1. Sobre o arroz:

– O arroz para risoto deve ser rico em amido e resistente a absorção de líquidos. Seguindo esta linha os mais comuns aqui no Brasil são o arbóreo e carnaroli.

– O carnaroli, tem tempo de cozimento mais longo quando comparado ao Arbóreo, porém absorve melhor o sabor dos ingredientes.

– Nunca, já mais, lave esse tipo de arroz. A água estimula a liberação do amido do grão antes do cozimento.

2. Sobre a panela e prato de servir:

– Para risoto, dê preferência a panelas de fundo grosso, e formato mais largo. Para melhor distribuição de calor, e evaporação equilibrada do caldo.

– Sirva imediatamente, dê preferência em prato fundo.

Já que o arroz deve esparramar quase que como uma sopa (ou seja um risoto nunca deve ser moldado).

3. O caldo:

– Sempre prefira caldo caseiros, sem adição de sal. Nós já ensinamos aqui no blog como fazer caldo de legumes e ervas, bem simples, mas delicioso.

E se o dia estiver corrido e você precisar usar o caldo pronto, opte por um caldo de legumes com redução de sódio e gordura.

4. A manteiga:

– A manteiga é utilizada no início para refogar os temperos e no final para ajudar na cremosidade e brilho.

Então NÃO substitua a manteiga por margarina. A manteiga tem mais sabor e menos aditivos alimentares.

5. Temperatura/cozimento:

– O caldo do cozimento sempre deve estar fervendo, e deve ser adicione de concha a concha.

– Inicie o cozimento em fogo médio/alto, refogue os ingredientes e adicione o vinho. Só diminua o fogo quando o vinho evaporar e deixe o fogo baixo/médio até finalizar o cozimento.

– Geralmente o tempo de cocção é de 15 a 20 minutos (depende do tipo de arroz).

6. Os temperos:

– Todo bom risoto começa com um refogado, que pode ser de cebola e/ ou alho-poró. Dizem que os Italianos não usam alho, mas se você gosta fique à vontade.

7. O vinho:

– Sempre use vinho seco, ou seu risoto ficará doce. O mais indicado é o branco. Mas há receitas como o risoto de funghi, beterraba que podem levar vinho tinto.

– Escolha um bom vinho, mas não precisa ser o mais caro do mercado.

– O vinho pode ser substituído por outros ácidos, como suco de laranja ou limão, saque, cerveja ou outras bebidas destiladas. Eles ajudam a liberar o amido e dão sabor ao risoto.

8. O queijo:

– Não use queijo ralado de pacotinho (muitas empresas ralam mais a casca do que o próprio queijo). O queijo parmesão ralado na hora é muito aromático e saboroso.

– O queijo parmesão pode ser substituído por pecorino.

9. Não mexa muito, nem pouco:

– Mexer o risoto é coisa séria. Mexer muito esfria o caldo, não mexer pode fazer com seu arroz queime, e não libere o amido. Então mexa somente em cada adição do caldo e para finalizá-lo.

10. Risoto do que?

– Há inúmeras combinações que se pode fazer risoto. Com legumes, carnes, cogumelos, queijos, e até frutas.

– Adição do “recheio”, deve ser feita em etapas diferentes de acordo com o ingrediente utilizado. Legumes crus podem ser refogados junto com o arroz, mas deve-se levar em consideração o tempo de cozimento.

– As frutas devem ser adicionadas na etapa final.

– As carnes entram no risoto já cozidas ou salteadas, também no fim do preparo (assim não perdem textura e sabor).

– O correto é salgar só no final, quando todos os ingredientes já estiverem cozidos.

Fonte: blog muito além da cozinha

Praticidade – Receitas saudáveis e fáceis de fazer no final de semana

Com a correria do dia a dia, praticidade é a palavra de lei.

Muitas vezes, deixa-se de lado as opções de refeições mais saudáveis, e as “comidinhas rápidas” – as famosas fast foods – acabam ganhando a vez.

Isto se torna alarmante, pois normalmente os nutrientes contidos neste tipo de comida não são o suficiente para manter a saúde em dia e as calorias podem extrapolar os limites.

Seguir uma dieta saudável não é um “bicho de sete cabeças”. Às vezes só é preciso um pouco de criatividade.

E opções saudáveis e saborosas é o que não falta!

Inúmeros sites especializados disponibilizam opções fáceis e práticas para todas as refeições do dia.

Para desmistificar o conceito de que comida saudável é sinônimo de trabalho na cozinha

Segue abaixo 30 dicas de refeições práticas selecionadas para facilitar o dia a dia.

Conheça os Benefícios de Consumir a Carne de Porco

Acredite, carne de porco: a iguaria não é mais gordurosa ou menos segura que os demais tipos de carne.

Em contrapartida, seus cortes magrinhos blindam o coração contra doenças, turbinam a imunidade e constroem músculos.

Algumas hipóteses ajudam a explicar sua baixa popularidade, como o fato de o frango ser mais barato.

Entretanto, questões culturais ainda são o principal fator que influenciam a preferência pelos cortes suínos.

“As pessoas evitam a carne de porco por considerá-la com alto teor de gorduras e transmissora de doenças. Mas isso é coisa do passado”, garante Rafaela Ambrósio de Lima, nutricionista clínica do Hospital Cruz Azul (SP).

Corte magro

A carne suína tem gordura insaturada (“boa”) e saturada (“ruim”). “A primeira prevalece e ajuda a reduzir o mau colesterol (LDL), a pressão arterial e o triglicérides.

A segunda, eleva o risco de doenças cardiovasculares”, diz Rafaela.

Por outro lado os cortes magros não deixam a desejar. É o caso do lombo, tender, filé, pernil, paleta e costeleta.

“Carne magra é a que contém menos de 10 g de gordura, menos de 4,5 g de gordura saturada e menos de 95 mg de colesterol por porção de 100 g”, diz Tamara Mazaracki, nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

Novo perfil

Os cortes magros da carne de porco estão mais saudáveis do que há 15 anos. Uma pesquisa do USDA* mostrou que todos apresentaram redução de 16% de gorduras nesse período

No caso específico das gorduras saturadas, a queda bateu a casa dos 30%. “Atualmente, este suíno é alimentado com ração à base de soja e milho.

Com isso, ganhou menos gordura e maior presença de vitaminas e minerais”, explica Rafaela.

Um segundo diferencial é que a gordura do porco costuma se concentrar na superfície da pele, sendo mais fácil de ser retirada com a faca durante o preparo na cozinha.

O oposto ocorre com a carne de vaca, cuja gordura vem entrelaçada nas fibras do alimento.

Quando em quantidade moderada, aliás, não há por que temer as gorduras insaturadas.

O nutriente exerce funções específicas no organismo, como fornecer energia.

“Ele também ajuda na absorção de vitaminas lipossolúveis”, completa Cristina Simões de Carvalho Tomasetti, coordenadora do curso de Nutrição da Universidade Norte do Paraná (Unopar).

Cozinha segura

O fantasma da cisticercose, doença causada pela ingestão dos ovos da Taenia solium, rondou a carne de porco por anos.

Dependendo do local onde o ovo do parasita se aloja, podem ocorrer complicações musculares, oftalmológicas e até neurológicas.

As técnicas atuais de criação dos animais reduziram o risco de contaminação pela doença — que também pode ser adquirida no consumo de carne bovina e de verduras e frutas mal lavadas.

“O porco, hoje, é confinado em lugares com temperatura ideal e piso de cimento.

Resultado: ele não tem acesso à terra, melhorando as condições de higiene”, pontua Rafaela. Outra preocupação é a refrigeração adequada.

“Por este motivo, a carne consumida deve ter o selo de inspeção da Vigilância Sanitária, estar no prazo de validade, com a embalagem intacta e apresentar um bom aspecto”, ensina Tamara.

Na hora da compra, vale ainda priorizar os supermercados às feiras livres, onde a fiscalização é menos rigorosa.

Quando for preparar a carne, é fundamental cozinhá-la para neutralizar qualquer possível parasita. “‘Sashimi’ de carne de porco, por exemplo, nem pensar”, brinca a nutróloga.

Mitos populares

Diversas crendices que envolvem a carne de porco não possuem embasamento científico, como o fato de ela ser de difícil digestão.

“O processo de digestão é semelhante ao de outras carnes. Afinal, todas possuem proteínas e gorduras.

A exceção fica por conta da carne de peixe, que é digerida mais rápida”, diferencia a nutróloga Tamara.

A carne de porco tampouco causa mais alergias do que outros alimentos.

Ela, inclusive, está de fora do ranking dos principais alergênicos, composto por leite de vaca, ovo, amendoim, soja, trigo, nozes, peixes e frutos do mar.

“Mas variações individuais, claro, podem ocorrer”, pontua a profissional.

Para completar, engana-se quem pensa que a iguaria está no time das carnes brancas. Apesar de ter menos hemoglobina – pigmento que garante a coloração rubra das carnes – ela é considerada vermelha.

Turbinada

O que a carne de porco tem para dar e vender são nutrientes. Além de contar com ácidos graxos do tipo ômega 3, 6 e 9, ela disponibiliza minerais como selênio, fósforo, potássio, ferro, magnésio e zinco – este último responsável pelo fortalecimento da imunidade.

Da turma de vitaminas, merecem destaque os tipos A, E e do complexo B. No caso da tiamina (vitamina B1), o valor chega a ser até 10 vezes superior ao encontrado na carne bovina.

Para quem não sabe, o nutriente dá uma mãozinha na conversão de pães e massas em energia, além de atuar sobre o sistema neurológico.

“Uma porção pequena (85 g) de lombo supre aproximadamente 70% das necessidades diárias de tiamina num adulto”, conclui Rafaela.

Boa para quem malha

A carne de porco é fonte de proteína animal e de alto valor biológico.

“Isso significa que ela tem todos os aminoácidos essenciais, que não são sintetizados pelo corpo”, lembra Luciana Di Pietro Magri, nutricionista e doutora em Biologia Funcional e Molecular pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Leia mais na íntegra do artigo no portal vida no campo

Quinoa: quatro benefícios para a saúde e boa forma

Alimentos funcionais, como a quinoa, possuem múltiplos benefícios para a saúde e a boa forma.

A quinoa está na lista daqueles que devem fazer parte da sua rotina desde já. E ela é menos calórica do que parece.

“A quinoa possui cerca de 330 calorias em 110 g, quantidade similar ao arroz. Se você substituir o grão pelo outro, em algumas refeições, poderá aproveitar o que este alimento tem de melhor”, explica a nutricionista Alessandra Almeida, da Clínica Andréa Santa Rosa. Confira motivos para incluir o alimento na sua rotina.

Ajuda na perda de peso

“A quinoa é uma excelente fonte de fibras, que contribuem para o processo de emagrecimento.

Ela também é rica em triptofano, aminoácido envolvido da síntese de serotonina, substância relacionada com a sensação de bem estar, saciedade e bom humor”, diz a nutricionista.

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