Arquivos para outubro, 2017

Bife ancho e bife de chorizo de Angus – qual a diferença?

Começamos esclarecendo: Bife Ancho e Bife de Chorizo são dois cortes de carne bovina, originários da culinária argentina.

Ironicamente, são cortes vizinhos, no lombo do boi.

Vamos lá: se você pegar o nosso famoso “contra-filé”, correspondente à carne acima da costela do boi, o bife ancho se encontra na parte da frente, mais ou menos da 2a à 6a vértebra.

Já o Bife de Chorizo está no miolo, numa parte do boi que faz menos esforço, e possui uma capa de gordura maior.

Composto por duas partes, separadas por uma generosa área de gordura.

Também é bastante marmorizada (gordura entremeada na carne), o que confere a este corte um sabor especial e a torna mais macia que o Chorizo.

Se você já comeu cortes como Noix, Ojo ou Rib Eye, estamos falando só da maior parte do ancho.

Aqui no Brasil, tem gente que chama de Filé de Costela, com algumas variações.

Essa é a parte do meio do contrafilé, que tem a capa de gordura mais generosa e um sabor mais concentrado.

Por isso, é ainda mais incrível para churrasco, competindo pau a pau com a nossa paixão nacional picanha.

Os cortes devem ser altos, para garantir que você vai conseguir manter o miolo rosado.

Também vale talhar a gordura com a faca, para garantir que essa maravilhosidade toda escorra pela carne no cozimento.

Como preparar os bifes

Ambos os cortes devem ser preparados preferencialmente só com sal e pimenta do reino moídos, em temperaturas altas e no ponto certo.

Você pode utilizar manteiga para dar um toque final, ou um molho.

Sempre colocado à parte ou servido na hora, a exemplo do molho de Entrecote.

Evite marinar essas carnes – elas já tem um sabor fantástico por si só.

Qual é melhor: bife ancho ou bife de chorizo?

Curto e grosso, assim de supetão?

Eu prefiro o bife de chorizo, porque a carne é mais saborosa e as fibras são mais previsíveis – dependendo da qualidade do ancho.

A gordura entremeada pode ser um pouco excessiva e atrapalhar no momento do consumo.

É importante comprar carne de procedência conhecida, devidamente resfriada e embalada.

Esses cortes raramente são encontrados frescos, em açougues comuns, porque a maior parte desses bois não é criada no Brasil, ou então mais lá pro Sul.

Conheça mais sobre o assunto no artigo do blog eujácomi

 

7 doces fit

7 doces fit especiais para você comer sem culpa neste verão

Doces fit pode, sim! A vontade de comer doces, aparece principalmente durante uma dieta rigorosa.

E dá para comer! E não precisam ser simples ou sem graça.

O que faz a diferença, são os ingrediente a serem utilizados.

É possível comer um doce saboroso sem sair da dieta!!

Confira 7 receitas de doces fit especiais para você comer sem culpa!!

Meta para a vida: não comer a caixa de chocolate sozinha.

Não só por vaidade, mas porque o exagero, principalmente em doces, pode fazer mal à saúde.

Uma excelente alternativa para matar a vontade daquele docinho delicioso sem deixar a saúde de lado é apostar nos doces fit.

E se engana quem pensa que eles precisam ser sem graça e quase sem sabor, muito pelo contrário!

O Sr. Risoto e seus mistérios

O Risoto é um prato de origem Italiana, mas que os brasileiros adoram.

Relativamente simples e versátil, porém cheio de “mistérios”.

O risoto pode ser considerado elegante, ou utilizado para aproveitar as sobras da geladeira. Pode ser o personagem principal ou coadjuvante do seu jantar.

Pode ser reconfortante, leve ou saciar famintos.

Fazer risoto pode parecer difícil, mas não é. É somente um prato que merece atenção, mas não é algo demorado ou trabalhoso.

Siga esses 10 passos e certamente você fará risotos deliciosos:

1. Sobre o arroz:

– O arroz para risoto deve ser rico em amido e resistente a absorção de líquidos. Seguindo esta linha os mais comuns aqui no Brasil são o arbóreo e carnaroli.

– O carnaroli, tem tempo de cozimento mais longo quando comparado ao Arbóreo, porém absorve melhor o sabor dos ingredientes.

– Nunca, já mais, lave esse tipo de arroz. A água estimula a liberação do amido do grão antes do cozimento.

2. Sobre a panela e prato de servir:

– Para risoto, dê preferência a panelas de fundo grosso, e formato mais largo. Para melhor distribuição de calor, e evaporação equilibrada do caldo.

– Sirva imediatamente, dê preferência em prato fundo.

Já que o arroz deve esparramar quase que como uma sopa (ou seja um risoto nunca deve ser moldado).

3. O caldo:

– Sempre prefira caldo caseiros, sem adição de sal. Nós já ensinamos aqui no blog como fazer caldo de legumes e ervas, bem simples, mas delicioso.

E se o dia estiver corrido e você precisar usar o caldo pronto, opte por um caldo de legumes com redução de sódio e gordura.

4. A manteiga:

– A manteiga é utilizada no início para refogar os temperos e no final para ajudar na cremosidade e brilho.

Então NÃO substitua a manteiga por margarina. A manteiga tem mais sabor e menos aditivos alimentares.

5. Temperatura/cozimento:

– O caldo do cozimento sempre deve estar fervendo, e deve ser adicione de concha a concha.

– Inicie o cozimento em fogo médio/alto, refogue os ingredientes e adicione o vinho. Só diminua o fogo quando o vinho evaporar e deixe o fogo baixo/médio até finalizar o cozimento.

– Geralmente o tempo de cocção é de 15 a 20 minutos (depende do tipo de arroz).

6. Os temperos:

– Todo bom risoto começa com um refogado, que pode ser de cebola e/ ou alho-poró. Dizem que os Italianos não usam alho, mas se você gosta fique à vontade.

7. O vinho:

– Sempre use vinho seco, ou seu risoto ficará doce. O mais indicado é o branco. Mas há receitas como o risoto de funghi, beterraba que podem levar vinho tinto.

– Escolha um bom vinho, mas não precisa ser o mais caro do mercado.

– O vinho pode ser substituído por outros ácidos, como suco de laranja ou limão, saque, cerveja ou outras bebidas destiladas. Eles ajudam a liberar o amido e dão sabor ao risoto.

8. O queijo:

– Não use queijo ralado de pacotinho (muitas empresas ralam mais a casca do que o próprio queijo). O queijo parmesão ralado na hora é muito aromático e saboroso.

– O queijo parmesão pode ser substituído por pecorino.

9. Não mexa muito, nem pouco:

– Mexer o risoto é coisa séria. Mexer muito esfria o caldo, não mexer pode fazer com seu arroz queime, e não libere o amido. Então mexa somente em cada adição do caldo e para finalizá-lo.

10. Risoto do que?

– Há inúmeras combinações que se pode fazer risoto. Com legumes, carnes, cogumelos, queijos, e até frutas.

– Adição do “recheio”, deve ser feita em etapas diferentes de acordo com o ingrediente utilizado. Legumes crus podem ser refogados junto com o arroz, mas deve-se levar em consideração o tempo de cozimento.

– As frutas devem ser adicionadas na etapa final.

– As carnes entram no risoto já cozidas ou salteadas, também no fim do preparo (assim não perdem textura e sabor).

– O correto é salgar só no final, quando todos os ingredientes já estiverem cozidos.

Fonte: blog muito além da cozinha

Praticidade – Receitas saudáveis e fáceis de fazer no final de semana

Com a correria do dia a dia, praticidade é a palavra de lei.

Muitas vezes, deixa-se de lado as opções de refeições mais saudáveis, e as “comidinhas rápidas” – as famosas fast foods – acabam ganhando a vez.

Isto se torna alarmante, pois normalmente os nutrientes contidos neste tipo de comida não são o suficiente para manter a saúde em dia e as calorias podem extrapolar os limites.

Seguir uma dieta saudável não é um “bicho de sete cabeças”. Às vezes só é preciso um pouco de criatividade.

E opções saudáveis e saborosas é o que não falta!

Inúmeros sites especializados disponibilizam opções fáceis e práticas para todas as refeições do dia.

Para desmistificar o conceito de que comida saudável é sinônimo de trabalho na cozinha

Segue abaixo 30 dicas de refeições práticas selecionadas para facilitar o dia a dia.

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