Arquivos para setembro, 2017

Conheça os Benefícios de Consumir a Carne de Porco

Acredite, carne de porco: a iguaria não é mais gordurosa ou menos segura que os demais tipos de carne.

Em contrapartida, seus cortes magrinhos blindam o coração contra doenças, turbinam a imunidade e constroem músculos.

Algumas hipóteses ajudam a explicar sua baixa popularidade, como o fato de o frango ser mais barato.

Entretanto, questões culturais ainda são o principal fator que influenciam a preferência pelos cortes suínos.

“As pessoas evitam a carne de porco por considerá-la com alto teor de gorduras e transmissora de doenças. Mas isso é coisa do passado”, garante Rafaela Ambrósio de Lima, nutricionista clínica do Hospital Cruz Azul (SP).

Corte magro

A carne suína tem gordura insaturada (“boa”) e saturada (“ruim”). “A primeira prevalece e ajuda a reduzir o mau colesterol (LDL), a pressão arterial e o triglicérides.

A segunda, eleva o risco de doenças cardiovasculares”, diz Rafaela.

Por outro lado os cortes magros não deixam a desejar. É o caso do lombo, tender, filé, pernil, paleta e costeleta.

“Carne magra é a que contém menos de 10 g de gordura, menos de 4,5 g de gordura saturada e menos de 95 mg de colesterol por porção de 100 g”, diz Tamara Mazaracki, nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

Novo perfil

Os cortes magros da carne de porco estão mais saudáveis do que há 15 anos. Uma pesquisa do USDA* mostrou que todos apresentaram redução de 16% de gorduras nesse período

No caso específico das gorduras saturadas, a queda bateu a casa dos 30%. “Atualmente, este suíno é alimentado com ração à base de soja e milho.

Com isso, ganhou menos gordura e maior presença de vitaminas e minerais”, explica Rafaela.

Um segundo diferencial é que a gordura do porco costuma se concentrar na superfície da pele, sendo mais fácil de ser retirada com a faca durante o preparo na cozinha.

O oposto ocorre com a carne de vaca, cuja gordura vem entrelaçada nas fibras do alimento.

Quando em quantidade moderada, aliás, não há por que temer as gorduras insaturadas.

O nutriente exerce funções específicas no organismo, como fornecer energia.

“Ele também ajuda na absorção de vitaminas lipossolúveis”, completa Cristina Simões de Carvalho Tomasetti, coordenadora do curso de Nutrição da Universidade Norte do Paraná (Unopar).

Cozinha segura

O fantasma da cisticercose, doença causada pela ingestão dos ovos da Taenia solium, rondou a carne de porco por anos.

Dependendo do local onde o ovo do parasita se aloja, podem ocorrer complicações musculares, oftalmológicas e até neurológicas.

As técnicas atuais de criação dos animais reduziram o risco de contaminação pela doença — que também pode ser adquirida no consumo de carne bovina e de verduras e frutas mal lavadas.

“O porco, hoje, é confinado em lugares com temperatura ideal e piso de cimento.

Resultado: ele não tem acesso à terra, melhorando as condições de higiene”, pontua Rafaela. Outra preocupação é a refrigeração adequada.

“Por este motivo, a carne consumida deve ter o selo de inspeção da Vigilância Sanitária, estar no prazo de validade, com a embalagem intacta e apresentar um bom aspecto”, ensina Tamara.

Na hora da compra, vale ainda priorizar os supermercados às feiras livres, onde a fiscalização é menos rigorosa.

Quando for preparar a carne, é fundamental cozinhá-la para neutralizar qualquer possível parasita. “‘Sashimi’ de carne de porco, por exemplo, nem pensar”, brinca a nutróloga.

Mitos populares

Diversas crendices que envolvem a carne de porco não possuem embasamento científico, como o fato de ela ser de difícil digestão.

“O processo de digestão é semelhante ao de outras carnes. Afinal, todas possuem proteínas e gorduras.

A exceção fica por conta da carne de peixe, que é digerida mais rápida”, diferencia a nutróloga Tamara.

A carne de porco tampouco causa mais alergias do que outros alimentos.

Ela, inclusive, está de fora do ranking dos principais alergênicos, composto por leite de vaca, ovo, amendoim, soja, trigo, nozes, peixes e frutos do mar.

“Mas variações individuais, claro, podem ocorrer”, pontua a profissional.

Para completar, engana-se quem pensa que a iguaria está no time das carnes brancas. Apesar de ter menos hemoglobina – pigmento que garante a coloração rubra das carnes – ela é considerada vermelha.

Turbinada

O que a carne de porco tem para dar e vender são nutrientes. Além de contar com ácidos graxos do tipo ômega 3, 6 e 9, ela disponibiliza minerais como selênio, fósforo, potássio, ferro, magnésio e zinco – este último responsável pelo fortalecimento da imunidade.

Da turma de vitaminas, merecem destaque os tipos A, E e do complexo B. No caso da tiamina (vitamina B1), o valor chega a ser até 10 vezes superior ao encontrado na carne bovina.

Para quem não sabe, o nutriente dá uma mãozinha na conversão de pães e massas em energia, além de atuar sobre o sistema neurológico.

“Uma porção pequena (85 g) de lombo supre aproximadamente 70% das necessidades diárias de tiamina num adulto”, conclui Rafaela.

Boa para quem malha

A carne de porco é fonte de proteína animal e de alto valor biológico.

“Isso significa que ela tem todos os aminoácidos essenciais, que não são sintetizados pelo corpo”, lembra Luciana Di Pietro Magri, nutricionista e doutora em Biologia Funcional e Molecular pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Leia mais na íntegra do artigo no portal vida no campo

Quinoa: quatro benefícios para a saúde e boa forma

Alimentos funcionais, como a quinoa, possuem múltiplos benefícios para a saúde e a boa forma.

A quinoa está na lista daqueles que devem fazer parte da sua rotina desde já. E ela é menos calórica do que parece.

“A quinoa possui cerca de 330 calorias em 110 g, quantidade similar ao arroz. Se você substituir o grão pelo outro, em algumas refeições, poderá aproveitar o que este alimento tem de melhor”, explica a nutricionista Alessandra Almeida, da Clínica Andréa Santa Rosa. Confira motivos para incluir o alimento na sua rotina.

Ajuda na perda de peso

“A quinoa é uma excelente fonte de fibras, que contribuem para o processo de emagrecimento.

Ela também é rica em triptofano, aminoácido envolvido da síntese de serotonina, substância relacionada com a sensação de bem estar, saciedade e bom humor”, diz a nutricionista.

Tilapia com arroz de coco e pure abóbora Terraco Restaurante

Abóbora ou Jerimum, quem resiste??

A abóbora ou jerimum!

É fruto da aboboreira e tem seu nome atribuído a v. Nativa da América do Sul, ela é cultivada em todo o mundo por ser uma fruta extremamente nutritiva e saborosa

Aqui no Brasil as abóboras são cultivadas há muito tempo e já faziam parte da alimentação dos indígenas, bem antes da colonização.

A abóbora é facilmente encontrada no Brasil.

Sua época de safra é de maio a setembro, quando as frutas estão no ponto perfeito para consumo.

Na hora de escolher ela deve ser muito observada: sua casca deve estar lisa, sem manchas e sem brilho.

E não se deixe impressionar pelo tamanho, as abóboras muito grandes normalmente são as menos saborosas.

Caso comprar aos pedaços seja a opção melhor para evitar o desperdício, observe o aspecto no geral e se tem manchas escura.

Opte sempre pelas mais claras.

Para conservar, basta mantê-la inteira fora da geladeira.

Depois de picada, deve ser refrigerada por poucos dias, dentro de um saco plástico.

Esses pedaços também podem ser conservados congelados, crus ou pré-cozidos, por mais tempo.

Na culinária aproveitamos da fruta toda: a polpa, as sementes, as folhas e até o miolo!

Há várias receitas tradicionais feitas com a abóbora, como o camarão na moranga, no qual a moranga é assada sem sementes e preenchida com um creme de camarão; como acompanhamento, o quibebe (purê de abóbora) é um dos favoritos; e como sobremesa, o doce de abóbora com coco.

O fruto que é tão rico em sabor, é igualmente rico em nutrientes que beneficiam nosso organismo.

Ele é boa fonte de betacaroteno, vitamina C e vitamina E-que têm propriedades antioxidantes-e de vitaminas do complexo B.

Ainda é rico em fibras e fonte de cálcio, ferro, fósforo e potássio.

Suas sementes e o óleo extraído delas são excelente fonte de zinco e gorduras insaturadas, além de ter uma boa quantidade de ferro.

Por conter boas quantidades de antioxidantes, o consumo de abóbora está ligado à redução no risco de certos tipos de câncer, doenças cardiovasculares, derrames e problemas nos olhos, como a catarata.

As fibras da abóbora ajudam a diminuir a sensação de fome e por isso fazem parte de dietas para controle do peso.

Já o ferro e o zinco estão relacionados, respectivamente, à formação adequada dos glóbulos vermelhos e ao bom funcionamento do sistema imunológico.

Fonte: Artigo do blog conquiste sua vida

Enogastronomia – Bases de Harmonização

Enogastronomia é a arte de combinar vinho e comida, que pode ser feita por contraste ou similaridade

Enogastronomia – Bases da Harmonização

As bases da harmonização são os componentes, aromas, textura e peso.

Componentes

São os elementos básicos do vinho e da comida, correspondendo às sensações gustativas primárias e prevalecendo sobre os aromas e as texturas.

Os componentes são: acidez, amargor, doçura, salgado, taninos e álcool.

Acidez

A acidez é um atributo muito desejável de qualquer tipo de vinho, sendo que na comida pode ser natural ou adicionada.

Deve haver um equilíbrio entre a acidez do vinho e da comida, ou seja, a acidez do vinho deve ser correspondente à acidez do prato.

A acidez é equilibrada por gordura e doçura.

Amargor

No vinho, o amargor é geralmente é proveniente do excesso de tanino da uva ou do uso incorreto da madeira.

Na comida, o amargor não é um elemento habitual, sendo freqüentemente desagradável. Pode ser utilizado como um elemento de combinação porém com cuidado.

Vinhos amargos em companhia de comidas amargas não costumam dar bom resultado.

Doçura

No vinho, a doçura é proveniente de açúcar residual e na comida, a doçura pode ser natural ou adicionada.

Quando se faz a harmonização deve-se ter em mente que a doçura do vinho deve sempre ser maior ou igual que a da comida.

A doçura é contrastada com a acidez e o salgado.

Salgado

É uma sensação muito rara nos vinhos. Na comida, tal como a acidez e a doçura, pode ser natural ou adicionada.

Seu contraste se faz com o doce e o ácido.

Comidas salgadas podem ter problemas quando combinadas com vinhos excessivamente tânicos e/ou de elevado teor alcoólico.

Taninos

Os taninos são as substâncias do vinho que causam a sensação de amargor e adstringência, sendo encontrados nos vinhos tintos, especialmente os mais jovens.

Possui uma ação mais notável como textura que como componente. Seu contraste se dá com alimentos gordurosos e suculentos.

Vinhos brancos com excesso de madeira podem apresentar tanicidade derivada do carvalho. Taninos são incompatíveis com alimentos muito salgados.

Álcool

O álcool se comporta como componente ao conferir um certo teor adocicado ao vinho, quando presente em teores elevados.

Possui importante papel na harmonização, por ser um dos responsáveis pela sensação de corpo e peso relativos do vinho.

Provoca sensação de calor e ardência nas mucosas. Quando se associam vinho alcoólicos com comidas apimentadas o desastre é inevitável.

Aromas

Os aromas são sensações muito complexas, que devem ser harmonizadas com a comida por similaridade.

Deve-se proceder à sua identificação com o maior grau de precisão possível.

Textura

A textura engloba tanto sensações tácteis quanto térmicas. Também podemos nos utilizar, neste caso, de similaridade ou contraste.

Nas sensações tácteis, atente para a maciez ou a aspereza dos vinhos e dos alimentos. Nas sensações térmicas, evite contrastes excessivos (por exemplo: sopa quente e vinho gelado).

Peso

Atente para a estrutura e o “peso” dos alimentos. Alimentos leves pedem vinhos leves e pratos mais estruturados pedem vinhos do mesmo nível de estrutura, ou seja, mais encorpados.

Use o seu bom senso para evitar que alimentos pesados esmaguem vinhos leves e vice-versa. Também cuidado com eventuais exageros ao combinar vinhos e comidas pesadas. Etapas da Harmonização

Identificação minuciosa

Componentes, Aromas, Textura, Peso do Prato e do Vinho. Determinar o elemento chave. Observar as incompatibilidades

Muito importante. Fazer a opção final, testar na prática .  Anotar suas observações.  

Não se leve muito a sério: divirta-se

Fonte: blog do artwine consultoria de vinhos

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