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Abóbora ou Jerimum, quem resiste??

A abóbora ou jerimum!

É fruto da aboboreira e tem seu nome atribuído a v. Nativa da América do Sul, ela é cultivada em todo o mundo por ser uma fruta extremamente nutritiva e saborosa

Aqui no Brasil as abóboras são cultivadas há muito tempo e já faziam parte da alimentação dos indígenas, bem antes da colonização.

A abóbora é facilmente encontrada no Brasil.

Sua época de safra é de maio a setembro, quando as frutas estão no ponto perfeito para consumo.

Na hora de escolher ela deve ser muito observada: sua casca deve estar lisa, sem manchas e sem brilho.

E não se deixe impressionar pelo tamanho, as abóboras muito grandes normalmente são as menos saborosas.

Caso comprar aos pedaços seja a opção melhor para evitar o desperdício, observe o aspecto no geral e se tem manchas escura.

Opte sempre pelas mais claras.

Para conservar, basta mantê-la inteira fora da geladeira.

Depois de picada, deve ser refrigerada por poucos dias, dentro de um saco plástico.

Esses pedaços também podem ser conservados congelados, crus ou pré-cozidos, por mais tempo.

Na culinária aproveitamos da fruta toda: a polpa, as sementes, as folhas e até o miolo!

Há várias receitas tradicionais feitas com a abóbora, como o camarão na moranga, no qual a moranga é assada sem sementes e preenchida com um creme de camarão; como acompanhamento, o quibebe (purê de abóbora) é um dos favoritos; e como sobremesa, o doce de abóbora com coco.

O fruto que é tão rico em sabor, é igualmente rico em nutrientes que beneficiam nosso organismo.

Ele é boa fonte de betacaroteno, vitamina C e vitamina E-que têm propriedades antioxidantes-e de vitaminas do complexo B.

Ainda é rico em fibras e fonte de cálcio, ferro, fósforo e potássio.

Suas sementes e o óleo extraído delas são excelente fonte de zinco e gorduras insaturadas, além de ter uma boa quantidade de ferro.

Por conter boas quantidades de antioxidantes, o consumo de abóbora está ligado à redução no risco de certos tipos de câncer, doenças cardiovasculares, derrames e problemas nos olhos, como a catarata.

As fibras da abóbora ajudam a diminuir a sensação de fome e por isso fazem parte de dietas para controle do peso.

Já o ferro e o zinco estão relacionados, respectivamente, à formação adequada dos glóbulos vermelhos e ao bom funcionamento do sistema imunológico.

Fonte: Artigo do blog conquiste sua vida

Enogastronomia – Bases de Harmonização

Enogastronomia é a arte de combinar vinho e comida, que pode ser feita por contraste ou similaridade

Enogastronomia – Bases da Harmonização

As bases da harmonização são os componentes, aromas, textura e peso.

Componentes

São os elementos básicos do vinho e da comida, correspondendo às sensações gustativas primárias e prevalecendo sobre os aromas e as texturas.

Os componentes são: acidez, amargor, doçura, salgado, taninos e álcool.

Acidez

A acidez é um atributo muito desejável de qualquer tipo de vinho, sendo que na comida pode ser natural ou adicionada.

Deve haver um equilíbrio entre a acidez do vinho e da comida, ou seja, a acidez do vinho deve ser correspondente à acidez do prato.

A acidez é equilibrada por gordura e doçura.

Amargor

No vinho, o amargor é geralmente é proveniente do excesso de tanino da uva ou do uso incorreto da madeira.

Na comida, o amargor não é um elemento habitual, sendo freqüentemente desagradável. Pode ser utilizado como um elemento de combinação porém com cuidado.

Vinhos amargos em companhia de comidas amargas não costumam dar bom resultado.

Doçura

No vinho, a doçura é proveniente de açúcar residual e na comida, a doçura pode ser natural ou adicionada.

Quando se faz a harmonização deve-se ter em mente que a doçura do vinho deve sempre ser maior ou igual que a da comida.

A doçura é contrastada com a acidez e o salgado.

Salgado

É uma sensação muito rara nos vinhos. Na comida, tal como a acidez e a doçura, pode ser natural ou adicionada.

Seu contraste se faz com o doce e o ácido.

Comidas salgadas podem ter problemas quando combinadas com vinhos excessivamente tânicos e/ou de elevado teor alcoólico.

Taninos

Os taninos são as substâncias do vinho que causam a sensação de amargor e adstringência, sendo encontrados nos vinhos tintos, especialmente os mais jovens.

Possui uma ação mais notável como textura que como componente. Seu contraste se dá com alimentos gordurosos e suculentos.

Vinhos brancos com excesso de madeira podem apresentar tanicidade derivada do carvalho. Taninos são incompatíveis com alimentos muito salgados.

Álcool

O álcool se comporta como componente ao conferir um certo teor adocicado ao vinho, quando presente em teores elevados.

Possui importante papel na harmonização, por ser um dos responsáveis pela sensação de corpo e peso relativos do vinho.

Provoca sensação de calor e ardência nas mucosas. Quando se associam vinho alcoólicos com comidas apimentadas o desastre é inevitável.

Aromas

Os aromas são sensações muito complexas, que devem ser harmonizadas com a comida por similaridade.

Deve-se proceder à sua identificação com o maior grau de precisão possível.

Textura

A textura engloba tanto sensações tácteis quanto térmicas. Também podemos nos utilizar, neste caso, de similaridade ou contraste.

Nas sensações tácteis, atente para a maciez ou a aspereza dos vinhos e dos alimentos. Nas sensações térmicas, evite contrastes excessivos (por exemplo: sopa quente e vinho gelado).

Peso

Atente para a estrutura e o “peso” dos alimentos. Alimentos leves pedem vinhos leves e pratos mais estruturados pedem vinhos do mesmo nível de estrutura, ou seja, mais encorpados.

Use o seu bom senso para evitar que alimentos pesados esmaguem vinhos leves e vice-versa. Também cuidado com eventuais exageros ao combinar vinhos e comidas pesadas. Etapas da Harmonização

Identificação minuciosa

Componentes, Aromas, Textura, Peso do Prato e do Vinho. Determinar o elemento chave. Observar as incompatibilidades

Muito importante. Fazer a opção final, testar na prática .  Anotar suas observações.  

Não se leve muito a sério: divirta-se

Fonte: blog do artwine consultoria de vinhos

ÔMEGA 3: O que é e como pode ajudar quem treina

Se você treina pesado, já deve ter ouvido falar que o ômega 3 pode te ajudar e que você deveria prestar atenção em consumi-lo nos níveis adequados.

Mas você sabe exatamente o que é essa substância e quais os seus benefícios para atletas?

Ômega 3 são ácidos graxos, conhecidos como essenciais para o crescimento normal e para a saúde das pessoas.

Ele é composto por um conjunto de gorduras, dos quais fazem parte o EPA (ácido eicosapentaenóico) e o DHA (ácido docosahexaenoico) considerados do tipo ácidos graxos poli-insaturados.

Estas substâncias são as responsáveis por exercer as funções benéficas do ômega 3.

As principais fontes de ômega 3 são os peixes de águas profundas, como salmão, arenque, atum e sardinha.

Outras fontes são chia, linhaça (óleo, semente e farinha), vegetais verde escuros (couve, espinafre e rúcula), castanha do Brasil e nozes e, em menores quantidades, o óleo de soja e o de canola.

Assim como a maioria dos nutrientes, é possível obter o Ômega 3 que você precisa através da alimentação.

No entanto, como em quase todos os casos, às vezes isso é difícil, pela necessidade de se consumir grandes quantidades

– e é aí que a suplementação entra, facilitando sua vida e garantindo a quantidade ideal do nutriente.

Leia mais

Tilápia – Rendalli, do Nilo e Zanzibar

Tilápia, o apelo de carne saudável e a facilidade nos tratos fazem da espécie uma boa pedida para quem tem interesse em ingressar na piscicultura

A tilápia se adaptou tão bem às águas brasileiras que muita gente se esquece que ela é exótica.

O peixe de água doce é originário do rio Nilo, mas teve seu cultivo iniciado no Quênia, na década de 1920.

A partir dos anos 50, ganhou força na criação comercial, ficando atrás só da carpa como espécie de peixe mais explorada em todo o mundo.

No Brasil, a criação do peixe em lagoas, açudes e represas tem se destacado na piscicultura.

Fáceis de alimentar, resistentes a doenças e boas reprodutoras, as tilápias logo se tornam negócio rentável.

Toleram bem grandes variações de temperatura e água com pouco oxigênio dissolvido.

Criadas sozinhas no tanque, podem alcançar produtividade de cinco toneladas por hectare ao ano.

Com incremento de investimentos em tecnologia, pode-se chegar a 50 toneladas por hectare.

No estado de São Paulo, por exemplo, o quilo é vendido, em média, por 3,50 reais.

Tilápia rosa: baixo teor de gordura 

Por ter carne saborosa, com pouco espinho, baixo teor de gordura – na proporção de 0,9 grama para cada 100 gramas – e de calorias, a aceitação pelos brasileiros foi rápida.

Os norte-americanos também gostam tanto que são os principais compradores da tilápia nacional.

Além da carne, a pele é também um produto de valor comercial.

Aliás, bastante valorizado, sobretudo no exterior: curtida e transformada em couro, o metro quadrado chega a ser vendido por 70 dólares.

Outros subprodutos, como carcaça, vísceras, rabo e escamas, podem servir como adubo para plantações ou entrar na composição de rações para diferentes tipos de peixes e animais.

O comprimento médio da tilápia é de cerca de 20 centímetros, mas pode chegar a 40 centímetros ao longo dos anos.

É um peixe de escamas, com corpo um pouco alongado e com centenas de espécies.

No Brasil existem três espécies de tilápia:

  • a do nilo ou nilótica, que pode pesar até cinco quilos;
  • rendali, com um quilo; e zanzibar, variedade desenvolvida em Israel.
  • A nilótica é a mais indicada para a criação em pesqueiros.
Fonte: Blog da revistagloborural

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